segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Um sopro de agora
O viu pela primeira vez e assim jurou amor. Foram tempos de ventos e tempestades, uma amena euforia retratada do dia-a-dia. Esqueceu-se da brisa, perdida em nuvens de sonhos, tecendo fantasias... Ancorar num porto, ou num peito? Entre os cafés e os cigarros, já se esquecera outra vez de amar. É tanto cotidiano que um dia ela resolveu regar de tédio, extravasando de nada seu sorriso. Guardou o romance ideal, não pereceu ao tempo, impossível teste. Com os lábios sem batom, pensara que o vermelho chegou ao fim, até que a rosa nasceu!
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